É a JEEP!

““É a fábrica da Jeep”, diz o pessoal da pequena cidade de Goiana, em Pernambuco, referindo-se ao multibilionário complexo automotivo da Fiat Chrysler que começa a ganhar contornos definitivos. A afirmação popular revela a estratégia da montadora ao tomar a decisão de fincar bandeira em território inexplorado pela indústria automobilística. Enquanto o polo automotivo amadurecia, reunindo fornecedores, centro de desenvolvimento, campo de provas e uma possível planta de motores, desenhava-se também a opção pela marca Jeep. A tradição local do nome Jeep ganhou força, alimentada pela experiência internacional com a aposta na marca, que triplicou as vendas para quase 1 milhão de unidades/ano depois que a Fiat iniciou a compra da Chrysler. Os projetos da Jeep no Brasil são ambiciosos. Na apresentação do Renegade, no Rio de Janeiro, em março, sem nenhuma modéstia, o diretor-geral da Jeep América Latina, Sérgio Ferreira, avisou que pretende liderar o segmento de SUVs no País, alicerçado por uma rede que terá duas centenas de lojas até o fim de 2015. A tarefa não será fácil, apesar das surpreendentes qualidades do Renegade. O veículo terá de desbancar o EcoSport, que vendeu 54 mil unidades em 2014, o Duster e enfrentar os recém-lançados Honda HR-V e o Peugeot 2008, igualmente bem recebidos pelo mercado. Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, testou e aprovou o Renegade no lançamento. Ele observa que há duas variações bem diferentes – a diesel, com motor turbodiesel de 170 cavalos, surpreendente, e a do motor flex de 132 cavalos, mais mansa e sem as qualificações de off road da primeira.”

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